Sow BI Documento interno

Padrão de trabalho

Modelagem de dados

Como a Sow BI conecta, extrai, organiza e nomeia os dados em todo projeto de Power BI.

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Modelo de conectividade

O acesso depende de onde está o banco do cliente.

Em nenhum dos dois cenários é preciso alterar a estrutura do ERP dele.

Cliente em nuvem

Via API

  • Identificar como a API do cliente funciona e quais métodos ela expõe.
  • Usar o método do tipo “execute SQL” (até hoje sempre disponível) para rodar os selects pela API.
  • Todo o trabalho é feito a partir do notebook da Sow BI, sem instalar nada na estrutura do cliente.
Cliente com servidor próprio

Conexão on-premises via gateway

  • Usuário de acesso remoto (tipo WTS) no servidor do cliente.
  • Power BI instalado nesse servidor e ODBC configurado.
  • Gateway de comunicação instalado, tudo dentro do ambiente do cliente.
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Padrão de modelagem de origem

Modelo estrela, com SQL direto e só o necessário.

Cada tabela traz do banco apenas o que o modelo usa, por SQL escrito na própria conexão do Power BI.

Estrutura do modelo

  • Tabelas fato e tabelas de dimensão em todos os projetos.
  • Uma tabela calendário padrão, gerada via DAX, como base única de datas.

Extração

  • Nunca criar views no banco do cliente: evita sujar o ambiente e o risco de a view ser apagada numa manutenção.
  • Nunca importar a tabela inteira: usar SQL customizado direto na conexão, em dimensões e fatos.

Modo de carga

  • Padrão: Import.
  • DirectQuery (tempo real) só em casos excepcionais, como painéis de TV que atualizam a cada poucos segundos.
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Segregação de bancos

Um banco por módulo, ligados por um hub.

O tempo de atualização não cresce junto com o volume de dados, módulos, relatórios e medidas, como acontecia num banco único.

Como funciona

  • O painel principal tem botões de link externo, cada um levando ao relatório publicado do módulo no Power BI Service, no mesmo workspace.
  • Cada módulo tem seu banco Power BI, com as respectivas tabelas fato.
  • Projetos existentes, hoje em outra arquitetura, devem migrar para esse padrão no futuro.

Alternativas descartadas

  • Drillthrough e bookmarks entre módulos: exigem um modelo único.
  • Composite models / DirectQuery entre vários bancos: sobrecarregam o servidor de origem.
  • Portal próprio com login e Power BI Embedded: sem base de clientes que sustente o custo e fora do modelo atual, em que cada cliente tem sua conta e workspace.

Licenciamento

  • Vários bancos dentro de um único workspace do cliente, sem compartilhar modelo semântico entre workspaces, funcionam com a licença Power BI Free dele.
  • Pro ou Premium só para cruzar dados entre workspaces diferentes, como uma dimensão central compartilhada entre clientes distintos.
Em aberto

Dimensões compartilhadas entre módulos

  • Objetivo: compras, faturamento, comercial e financeiro lerem a mesma dimensão (ex.: parceiros) de uma fonte única, conforme o manual de dimensões compartilhadas.
  • Ainda não testado no Power BI Desktop: falta validar desempenho e facilidade de leitura entre bancos.
  • Se não for viável, a alternativa que se quer evitar é replicar a dimensão manualmente em cada banco.
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Convenções de nomenclatura

Prefixo nas dimensões, medidas em pastas, um só calendário.

ElementoConvençãoExemplo
Tabela de dimensãoPrefixo “d” minúsculo colado ao nome com inicial maiúscula, sem espaçodParceiros dFornecedores dProduto
MedidasSempre organizadas em pastas dentro do modelo, nunca soltasMedidas agrupadas em pastas
CalendárioTabela padrão única gerada via DAX, usada em toda inteligência temporalBase única de datas do modelo
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Convenções de ambiente

Fuso, moeda e página padronizados em todo projeto.

Fuso horárioBrasíliaPower BI Desktop e Power BI Service
MoedaReal (R$)Power BI Desktop e Power BI Service
Página do relatório1920 × 1080Full HD

Exceções: fuso e moeda podem ser alterados pontualmente num projeto, quando necessário.